09 agosto 2005

RFID: o verdadeiro big brother, em breve, no cachorro do seu vizinho

Varejistas já os amam, especialistas em privacidade suspeitam deles, e alguns cristãos acham até que eles são a "marca da besta". RFIDs, ou identificadores por radio-frequência, são basicamente "tags" como aquela do Sem Parar, o pedágio que você paga por fatura mensal. Um chip de computador é embutido numa antena, e juntos são chamados de "tag RFID". Dados armazenados no chip são transmitidos sem fio, através da antena, até um leitor ou scanner que opere na mesma frequência que a antena.

Aplicações possíveis: livros de biblioteca, embalagem de produtos, cartões de crédito, implantação num crachá ou num ID mesmo, como um passaporte ou uma carteira de motorista. Essas tags podem rastrear produtos e pallets em armazéns de distribuição e gôndolas de supermercado. Podem ser usadas também em vacas e cavalos, cadáveres (são usadas numa espécie de "IML" do Texas, acredite), e têm sido cada vez mais implantados em animais de estimação. Pois é. Você espalha scanners e sensores pela casa, e sabe, via SMS, por exemplo, se seu cachorro entrou de novo na dispensa atrás de comida. Ou o seu filho, atrás de diversão no seu quarto, sei lá.

Um ótimo artigo da wired põe luz sobre o assunto.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

porra o blog é bom pacas.....

Congrat!!!

Rogerio Campos

 

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