26 agosto 2005

Rockstar Games Upload Awards IV

Organizado pela criadora da foderosa série GTA, o prêmio é um dos mais cobiçados da web. Melhor Curta de ficção, não-ficção, melhor DJ mix e melhor projeto multimidia - são 4 categorias.



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Nokia 20Lives: advergame com sms, video, voz e premios

A partir de 19 de setembro a Nokia vai proporcionar a usuários europeus da marca uma "aventura interativa", combinando experiências na web e no celular. O jogo Nokia20Lives usa video e imagens animadas na web, bem como SMS, email e mensagens de voz pra compartilhar informação entre os jogadores. Durante o jogo, os jogadores concorrerão a coisas como telefones celulares (dã!), viagens de helicóptero, fins de semana em spas e viagens pra assistir ao GP de F1 em Monaco, relacionadas às vidas dos 20 personagens do jogo. Mistério.

"All of us have sometimes dreamed of being someone else. With Nokia 20Lives we want to offer this fascinating experience to mobile phone users. Nokia 20Lives is more than a game - it is a unique opportunity to connect to other people's experiences and try their life for one whole day," says Heikki Tarvainen, Vice President of Marketing, Mobile Phones, Nokia. "The extremely successful Nokia Game, provided five times by Nokia, has shown the way forward for entertaining and inspiring mobile phone users. We believe that the unique concept of Nokia 20Lives presents a refreshing new way of connecting people with Nokia products and the Nokia brand, and provides innovative interaction possibilities."

O registro pra participar do jogo começa a partir de 29 de agosto, no site http://www.nokia.com/20Lives/ (o link ainda não funciona), e vai até 11 de outubro. O Jogo vai cobrir 21 países europeus, e 11 línguas diferentes. Amigos portugueses, mandem notícias!

via Darla Mack.
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Yahoo contra-ataca tentando se posicionar como o centro dos milhoes de canais de video

O negócio de entretenimento nos EUA está virando de ponta-cabeça.

São assistidos mais videoclipes na AOL do que na MTV. A Procter & Gamble está cortando seus spots de 30 segundos na TV e redirecionando a grana pra aprimorar a presença online de suas marcas. A TV Guide anunciou que vai cortar drasticamente seu espaço destinado a listagem de programação impressa, já que os leitores recorrem cada vez mais à Internet e aos guias de programação na própria tela da TV pra saber o que vai passar em seguida. E a CBS está em vias de lançar um absurdo sistema de indexação de conteúdo em video em parceria com o Google.

Enquanto isso, a Yahoo anda trabalhando em conjunto com a SBC e a Microsoft numa iniciativa chamada Project LightSpeed, baseado em IPTV e fibra, usando seu software pra entregar em casa video sob demanda, instant messaging, albuns de fotos e música em velocidades nunca antes imaginadas (pelo menos fora do Japão, claro).


Estarão eles se imaginando a 5a network dos EUA?

via wirednews.
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Von Dutch com Michael Muller + Jason Kristofer



foto do maravilhoso michael muller.
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24 agosto 2005

PSP is here!!!



da TBWA\London
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Aquecimento global começa a ser combatido oficialmente pelos japoneses

via tblogwa

Junichiro Koizumi, o Primeiro-Ministro japonês, teve uma ideia diferente ao decretar este Verão que seus Ministros e Funcionários Públicos deixassem de usar gravatas e passassem a vestir ternos e camisas-polo de tecidos leves. Isto com o nobre propósito de poupar energia, reduzir as emissões de ar condicionado e o consequente efeito estufa que tanto afetam a camada de ozônio.

Apelidado de "Cool Biz" pelo Ministério do Ambiente, este programa já obteve um impacto real nas vendas de "casual wear" para homens, que aumentaram 4,8% desde Julho segundo relata o Wall Street Journal, no artigo "Japan's Cool Biz Push Aids Retailers".

[Na foto, a Ministra do Ambiente Yuriko Koike mostrando um kit "Cool Biz"]
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WOMMA rulez!!! Dá pra medir o marketing boca-a-boca...

Via Keith Bates. Preguiça de resumir, traduzir e comentar... também nem precisa... read it on, mate!

Word of Mouth Marketing is HOT! And so is WOMMA. You should have been there July 11. And now there’s Metrics for Measurement to prove how hot.

In case you missed their press release here's an excerpt: CHICAGO, July 11, 2005 -- Word of mouth marketing works, but how do you prove the ROI? The Word of Mouth Marketing Association (WOMMA), the official organization for the word of mouth marketing industry, today answered that question as it released the first set of standards for tracking and quantifying word of mouth (WOM) marketing.More than 30 top analytics experts worked with WOMMA to develop the
standards. Also being released today is "Measuring Word of Mouth, Volume 1," a collection of the latest thinking in the field of word of mouth marketing research. Nearly 200 marketers and researchers will discuss these topics this week at WOMMA's Measuring Word of Mouth Conference in Chicago. A copy of the Terminology Framework is available at http://www.womma.org/research.

Answering Six Critical Questions about Word of Mouth Marketing
Solving what had been a Tower of Babel problem of non-compatible terms and definitions, the WOMMA Terminology Framework provides a common language that media companies, word of mouth marketing
services firms, and brand marketers can use to plan, buy, and measure and describe word of mouth marketing. Both the Terminology Framework and the "Measuring Word of Mouth" report begin to answer the 6 critical questions that have a fundamental impact on the ROI of word of mouth campaigns:

1. How do you track and measure word of mouth?
2. How do you prove the ROI of WOM?
3. How do you know which strategies work best?
4. How do you optimize messages so they will go viral?
5. Why do consumers become advocates or detractors?
6. How does WOM fit into your media plan?

Buy the book Measuring Word of Mouth, it’s worth every penny of the $65, and could turn out to be a life saver if you make your living in sales or marketing.

How, exactly does one start a word of mouth marketing program?

That is a question I’ve been asked a lot over the past few months in my day job role as a sales and marketing consultant to the technology
industry. By now everyone is familiar with the books on the market that both inspire you to do it, and bury you alive under the nuances and complexities involved.

The choice seems to be do I go for influencer relations and hope my PR firm understands the process, or do I call in my ad agency and ask them to get creative and launch a viral marketing campaign. Actually, the answer is neither!

Because you need to do both! Because influencer relations and viral marketing are simply two major components of the same thing …word of
mouth marketing…but with major differences. Influencer relations can be very slow to bear fruit. And viral marketing can act like a flash in the pan (assuming you’re clever enough to make it work). This is why I focused last month’s blog on Accelerated Contagion.

Once you’ve fanned the flames with either an influencer or a viral program you need to maintain the heat. That’s where Accelerated Contagion comes in. For those interested in learning more about Accelerated Contagion watch this space next month when I hope to have a new site on the topic posted at www.keithbates.biz . BUT DON’T GO THERE YET! There’s just a 10 year old, archaic corporate site resting in the space which I’ve been too lazy to take down. Also, before posting the new site I’m toying with the idea (it’s actually in work) of producing my own viral campaign promoting the concept...which I
will send to my weblog readers before the real world sees it. As for getting started I would encourage you to heed the words of Mark Hughes in his recently published BUZZMARKETING. Mark Hughes is the CEO of the consulting firm Buzzmarketing and can be visited at www.buzzmarketing.com. The book is fascinating reading. I couldn’t put it down. If you have even a remote interest in word of mouth marketing you should buy it. The paragraph that Mark wrote that I think neatly sums up the buzz situation: “People tell others because you’ve given them something to talk about. That’s the essence, the key. If you haven’t given people something clever, amusing, catchy, remarkable … if you haven’t given them something they’ll enjoy sharing with others to entertain, to sound smart or clever, to sound with it—forget it. You ain’t got buzz.

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23 agosto 2005

Depois do Bookcrossing, o Postcrossing...

Depois do bookcrossing, chega agora o postcrossing. Iniciado por um
português.

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Dica do "blog de publicidade"

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18 agosto 2005

Jupiter Research Conversations, Weblogs e Podcasts

Os weblogs e podcasts dos analistas da Jupiter são muito bons. Recomendo o do David Card, sobre propaganda.
Vá lá e se informe:

weblogs.jupiterresearch.com
podcasts.jupiterresearch.com
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Massa critica para o 3G: nao antes de 2010

De um relatório de hoje da Jupiter Research. A NTT DoCoMo está experimentando com o lançamento do 4G no Japão, mas a maioria das operadoras européias acabaram de lançar o 3G em seus mercados. Elas encaram um desafio: criar um mercado lucrativo para os serviços de multimidia, de modo a recuperar seus pesados investimentos na infra-estrutura do 3G.

O mano aqui já teve seus dias de "subscriber" da Jupiter, com acesso a tudo que eles tinham no site, VIP mesmo - maravilha. Mas os tempos são outros... e não tenho acesso ao relatório completo. Queria muito!

Se alguém aí tiver, please share the knowledge...
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17 agosto 2005

Primeiros filmes publicitarios servidos dinamicamente em jogos online (uau)

Um rede de ad serving para games online. É o que a Massive Inc. inaugurou no começo do ano, e já está servindo seus primeiros comerciais no jogo Anarchy Online. Os anúncios são servidos dinamicamente para o jogo em tempo real. E o conceito é o mesmo do ad serving para web: os filmes podem ser trocados sob demanda, a partir de pesquisas online sobre a aceitação deles pelos usuários.

Os anunciantes para essa primeira empreitada são a Panasonic e o Channel 4 da Inglaterra.

Artigo da Advertising Age.
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16 agosto 2005

Opiniao: Porque o DRM vai acabar com a música digital móvel

Carlo Longino (dono de um blog muito bacana sobre tecnologia móvel - o mobhappy), levanta uma bola polêmica: as tecnologias de gestão digital de direitos autorais vão empacar as vendas de música para celulares e dispositivos móveis.

So what's going to happen when you've got all these different phones being billed by carriers as iPod killers or replacements and people come to find out their music won't play on them, or they can only listen to music that's been bought from one specific store or service? They're going to get pissed off, that's what's going to happen. They won't buy music that's tied to a specific device or has onerous limitations on what they can do with it -- which will probably rule out any carrier's download store from being a success. Regardless of how the record labels see things, people want to own their music, and owning music means being able to do with it what you like, and play it on whatever device you want.

do mobhappy.

!tangencialmente falando: a justiça americana deixa passar leis que proibem qualquer empresa de lançar produtos que de alguma forma incentivem a livre distribuição digital de conteúdo - entenda isso como "infração de propriedade intelectual", porque é por esse motivo que essas empresas têm sido condenadas.

Não dá pra acreditar que eles - tanto a justiça quanto as media properties -, estejam preocupados com o que o consumidor pensa, com a maneira como o consumidor quer consumir... as majors media properties estão "mandando" na justiça por enquanto. Elas querem assegurar-se de que controlam o desenvolvimento do mercado. Tenho prá mim que a freada é impossível. A tendência é irreversível. O modelo de negócios vai ter que ser outro.

Imagine que se proíba, por exemplo, um fabricante de hardware de lançar um novo tipo de DVD player, porque ele permite que se grave conteúdo da TV em mídias virgens. Faz sentido isso? Ou que se proibisse, na época, a venda de videocassetes porque possuíam a função "REC"... o juiz diria: "Mande tirar esse botão do aparelho!!"... é demais pra cabeça, né não?

É voltar pra trás uma década...
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15 agosto 2005

iPod Flea...


ótimo hack... menor que o iPod Shuffle... confira os kits de acessórios pra ele.
;-)
veja o "comercial".
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Fale com seu cinema preferido, via SMS

Um serviço de informações via SMS lançado na Australia: as 3 maiores controladoras de salas de cinema do país se uniram e desenvolveram uma plataforma que entende e interpreta mensagens SMS enviadas pelo usuário, e que retorna prontamente a ele informações uteis sobre salas de cinema, horarios, reservas de ingressos, etc.

Exemplo: "fabrica de chocolate em pinheiros" - você manda essa msg via SMS pra um numero de telefone (o deles lá é 1999-FILM), e o serviço retorna via msg de texto pra você as salas que estão exibindo o filme nas proximidades de pinheiros, indicando horarios e link pra reserva de ingressos, via telefone, SMS, WAP ou WWW...

Muito bacana. Simples demais. Utilidade Pública pura. Relacionamento puro. 1-to-1 marketing puro.

!tangencialmente falando: dá prá interpretar essa iniciativa como uma "derivação" tecnológica do antigo anúncio "all type", com melhorias inquestionáveis: é interativo, presta serviço (e não somente "vende" alguma coisa), é one-to-one e absolutamente relevante (solicitado pelo consumidor, e não empurrado para ele).

leia e entenda melhor a iniciativa no artigo do 160characters.

Outros links relacionados:

www.village.com.au
www.greaterunion.com.au
www.startcorp.com
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A Hello Kitty no farol dianteiro do seu carro


O catálogo da Sanrio está anunciando esses faróis dianteiros da Hello Kitty para carros. Acesos, eles formam imagens com a silhueta da bonequinha nos objetos com os quais você esteja prestes a colidir... custam 4,000 Yens o par...

do gizmodo.
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DTV: Televisão open source na Internet


Downhill Battle - um grupo a favor da livre distribuição de conteúdo, e contra as baixarias legais que ampliam indiscriminadamente a proteção "burra" de direitos autorais -, acabou de lançar uma iniciativa chamada "Participatory Culture Foundation", com a intenção de realizar a DTV, uma ferramenta de publicação, agregação (feed) e visualização de video.
Em outras palavras, querem assassinar a TV. Eles já publicaram uma versão beta da ferramenta para MacOS, download aqui. A versão Windows é prometida para breve.

do boingboing.net

!tangencialmente falando: A excelente Currentv, uma das iniciativas mais bacanas surgidas nos últimos tempos, foi proibida de fazer simulcast, ou seja, de transmitir ao mesmo tempo sua programação de TV a cabo na Internet, por questões de "infingimento de copyright", e "abuso de licença de broadcasting". Acho que os juízes americanos caíram na real: eles já sacaram que vão trabalhar como loucos nos próximos tempos, por "culpa" da internet e das tecnologias digitais. Por causa disso, todos estão putos. "Esses moleques... fazem a gente trabalhar mais, e ainda por cima querem desafiar o status quo com esse bando de programinhas e ferramentas... vão apodrecer tentando!!!".
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12 agosto 2005

MacOSX para PCs disponivel no bittorrent


É isso mesmo. Na última WWDC, convenção Apple para desenvolvedores, Steve Jobs apresentou todo o Tiger e suas funcionalidades num computador que se revelaria, ao final da apresentação, Pentium IV. Assista aqui (em quicktime, claro).

O anúncio foi um choque para os defensores do chip PowerPC da IBM - anti-pczistas e usuários antigos de Mac, em sua maioria -, e trouxe à tona que os últimos 5 OSs lançados pela Apple já rodam nativamente em processadores Intel. Mais uma vez nosso herói Steve age quieta e discretamente para chacoalhar o mercado.

Tudo isso foi lindo. Mas hackers fizeram dessa "figura de linguagem" do Steve uma realidade. Correm no bittorrent versões do Tiger pra PCs. É isso mesmo, você aí, pczeiro, já pode ter o Tiger rodando na sua "máquina", com dashboard, widgets e o spotlight (sem falar no automator, que é f...) funcionando perfeitamente. Circula o boato que Notebooks Dell e desktops com chips AMD e Intel rodam o monstrinho, em alguns casos, até melhor do que o G4 da própria Apple.

"!conspiracionalmente" falando: Caramba... que sacada! Deixar a meninada trabalhar em Unix, chamá-los de hackers, jogar um boatinho na mídia, fazer o povo pensar que é um hack e ficar sentado assistindo à polêmica é uma jogada de grão-mestre. Se for isso mesmo, a Apple deve estar em breve abrindo inteligentemente seu OS pra qualquer plataforma de hardware. Seria muita viagem do mano aqui? Hummm... faz sentido hein? Mercadologicamente falando, seria um tapão na orelha da Microsoft.

Está na wired.

!tangencialmente falando: Um artigo da Fast Company desse mês, de um sujeito chamado John J. Sviokla (vice-chairman de uma consultoria chamada DiamondCluster), enfia o pé na jaca da Apple, o que, querendo ou não, faz sentido:

Innovation doesn't occur in a vacuum -- which is why Apple's iPod will eventually be eclipsed by rivals that can cooperate and compete together. Is it time for your company to open up? Ask yourself: Can we create an ecosystem of innovation that will expand our market? How can we make it easier for others to add innovations that will make our product or service more valuable to more customers?

This type of thinking is hardly comfortable. Entrepreneurs like Steve Jobs have been taught to protect any advantage, at almost any cost. But sometimes it is in the letting go that we discover entirely new sources of innovation and growth. Apple should be opening up the iPod and licensing iTunes to others so they can build out the ecosystem. If it doesn't, the iPod will lose, just as the brilliant Macintosh computer ceded market leadership years ago to IBM's dowdier -- but more accessible -- personal computer. The iPod and iTunes, like any closed system, can give Apple outsized profits -- but only for a time. Ultimately, no one company can out-innovate the market.


Ele defende que a Apple está sendo gulosa demais com o iPod, e que seria muito mais saudável pra plataforma iTunes (e pros shareholders, claro) se o Steve abrisse um pouco a guarda, deixando outros fabricantes de hardware e software ganharem com o negócio, de forma "ecossistêmica".

É a coisa do "ecossistema econômico", onde empresas competem e concorrem ao mesmo tempo, gerando valor entre si e finalmente para o consumidor (que ganha não só com guerras de preços, mas também pode, por exemplo, migrar com interoperabilidade de um fabricante a outro), num círculo virtuoso.

Leia o artigo na íntegra.
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Seja o primeiro podcaster da CBS

Quer ser o primeiro podcaster deles? A rede está procurando um DJ amador para entrevistar artistas e criar um podcast sobre sua nova temporada de outono. O podcast será transmitido via CBS.com e pela KYOURADIO de San Francisco, a Infinity Broadcasting, que trata-se da primeira "radio podcast" do mundo.

Para se inscrever, o sujeito deve fazer upload de uma entrevista de três minutos pro site da rede, aqui.

Do boingboing.net
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11 agosto 2005

Música Digital: 20% do mercado fonográfico até 2008

O mercado de singles está reaquecendo graças aos serviços de música digital, disse um figurão da indústria fonográfica ontem. Numa palestra dentro da conferência Music 2.0, o "presidente de negócios digitais globais" (uau) da Sony BMG, Thomas Hesse, revelou um grande otimismo, que segundo ele permeia a indústria atualmente, centrado nos novos mecanismos de distribuição digital de música. Ainda ele: "O negócio de música digital deve crescer para 19 ou 20% do total
do mercado até 2008. Essa é uma transformação fundamental".

Faz referências à vendas exclusivamente digitais, pre-vendas e video como novas formas de tirar proveito da tecnologia para bombar as vendas de música. Ele também defende um novo sistema de pagamento aos artistas, que seria baseado em uma porcentagem da receita, ao invés de uma comissão pelo volume de cópias. Já vimos esse filme, né?

da macworld.co.uk

!tangencialmente falando: é engraçado ouvir o cara falar isso no mesmo dia do lançamento do novo disco dos Stones pela iTunes Music Store. A indústria fonográfica está apostando tudo nesse negócio. O problema é a ganância, vide Grokster x MGM...

Enquanto isso, ainda hoje saiu uma matéria sobre o crescimento da banda larga no Brasil no Folha Informática. Afirma que a quantidade de residências com banda larga já supera a de linha discada. Eba!
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09 agosto 2005

RFID: o verdadeiro big brother, em breve, no cachorro do seu vizinho

Varejistas já os amam, especialistas em privacidade suspeitam deles, e alguns cristãos acham até que eles são a "marca da besta". RFIDs, ou identificadores por radio-frequência, são basicamente "tags" como aquela do Sem Parar, o pedágio que você paga por fatura mensal. Um chip de computador é embutido numa antena, e juntos são chamados de "tag RFID". Dados armazenados no chip são transmitidos sem fio, através da antena, até um leitor ou scanner que opere na mesma frequência que a antena.

Aplicações possíveis: livros de biblioteca, embalagem de produtos, cartões de crédito, implantação num crachá ou num ID mesmo, como um passaporte ou uma carteira de motorista. Essas tags podem rastrear produtos e pallets em armazéns de distribuição e gôndolas de supermercado. Podem ser usadas também em vacas e cavalos, cadáveres (são usadas numa espécie de "IML" do Texas, acredite), e têm sido cada vez mais implantados em animais de estimação. Pois é. Você espalha scanners e sensores pela casa, e sabe, via SMS, por exemplo, se seu cachorro entrou de novo na dispensa atrás de comida. Ou o seu filho, atrás de diversão no seu quarto, sei lá.

Um ótimo artigo da wired põe luz sobre o assunto.
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Stones: "Encomende o download do disco e ganhe um video"

É o que a Apple oferece a partir de hoje na iTunes Music Store: o novo disco dos Stones, como um "pre-order". O sujeito encomenda o download das 16 faixas do disco (no ar em 6 de setembro pra
download... engraçado ler isso né? Não é mais "6 de setembro nas
lojas"... hehe), e ganha o download de um video (quicktime,
claaaaaro) da banda no estúdio. Agora, encomendar download me parece uma tática do século XX, hein Steve?


!tangencialmente falando: boatos que se mostraram infundados anunciaram há um tempo atrás que a nova Daslu teria uma Apple Store lá dentro. Eu até contribuiria numa vaquinha com o Steve na intenção de trazer uma pra São Paulo. Bom, nem precisaria: se existisse uma iTunes Music Store Latinoamerica, mesmo que naquele conceitão "Grammy Latrino", onde nas mesmas categorias concorrem Tom Jobim, Ricky Martin e Mercedes Sosa, eu já faria uma festa aqui em casa pra comemorar... :-(
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Entrevista com Chris Cunningham pelo lançamento de "Rubber Johnny"

O cara é uma lenda viva do motion design e dos clipes de música eletrônica dita "experimental". Uma criatividade sombria, mas intensa, viva, quente: "Come to Daddy" do Aphex Twin, "Come on My Selector" do Squarepusher ou o mais "notório" do rolo dele, "All is Full of Love" da Björk.

Vale dissecar o BitTorrent atrás de outros videos dele.

"Johnny é uma criança mutante e hiperativa, trancada num porão. Contando somente com sua efervescente imaginação e seu aterrorizante cachorro como companhia, ele procura maneiras de se entreter no escuro".
Do release da Warp. O curta ainda por cima tem trilha do famigerado Aphex Twin, cujo nome permeia vários playlists deste mano que vos escreve aqui.

A entrevista dele está no pitchfork. Assista também ao trailer do filme no microsite dele.

!tangencialmente falando: A Warp é um caso de "convergência operada pelo lado do bem": uma empresa meio que independente, mas superprofissional (opera no azul desde q foi lançada, tem um PUTA site desde q foi lançada, etc.), e principalmente inovadora. Eles atuam em todas as mídias possíveis, com os olhinhos focados nas interativas... Têm uma pancada de DVDs muito bons lançados, com conteúdos bem variados, de livesets e joguinhos "embedded" nos DVDs à encartes caprichados como esse do Rubber Johnny, que vem junto com o DVD em 42 páginas de excelente produção gráfica. Vale conhecer a Bleep, loja de mp3 dos caras.

A Trama bem que tenta aqui no Brasil, mas não emplaca... não sei porquê. Falta de foco, talvez? Lobby das majors? Distribuição? Fora a iniciativa do tramavirtual, que inclusive tirou do limbo o Cansei de Ser Sexy - menção honrosa ao EP "Em Rotterdam já é Uma Febre", hehe, excelente o nome -, não vejo mais nada no horizonte.
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Um post de quotes...

Frases feitas são inúteis? Não sei. Esse post é inútil, mas espero que o conteúdo dele inspire alguém. Quatro quotes de Borges:

- Uno no es lo que es por lo que escribe, sino por lo que ha leído.
- He sospechado alguna vez que la única cosa sin misterio es la felicidad, porque se justifica por sí sola.
- Sólo aquello que se ha ido es lo que nos pertenece.
- La duda es uno de los nombres de la inteligencia.

Vale conhecer a WikiQuote.
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Meça isso, aquilo e aquilo outro, por favor

Parece que a necessidade de mostrar ROI e mensuração de mídia (online planners: uni-vos!) está se revelando produtiva pro mercado americano. O conceito vai se ampliando para o marketing, e portanto, empurra agora o planejamento estratégico das agências:

"A joint-task force composed of members of the Association of National Advertisers, American Association of Advertising Agencies and the Advertising Research Foundation yesterday unveiled an initiative that would shake up the classic equation of advertising math that determines consumer exposure to an ad. It would replace the concept of frequency -- the number of exposures to an ad -- with “engagement,” a metric that could better reflect the growing number of media choices facing consumers, from cell phones and the Internet to video games and podcasts." [AdAge]

Mensurar o grau de envolvimento do consumidor com marcas e campanhas parece o caminho a ser seguido - os próprios anunciantes vão acabar pedindo por isso, uma vez que seus budgets vão se tornar cada vez mais capilarizados em novas mídias e iniciativas "out of the box". As melhores campanhas vão medir o que mudou: nós realmente mudamos a cabeça do consumidor? Aumentamos as vendas? Tiramos o mercado do lugar? E isso não se trata simplesmente de "media accountability", de quantidade de impactos e de geração de respostas do consumidor. Mas sim de "marketing accountability", como bem observou Andy Lark, do BrandShift.

Quem se habilite que se vire. Vai ser interessante. Na mesma linha, e prá quem não conhece ainda, vale uma passadinha no WOMMA: Word of Mouth Marketing Association, que à primeira vista é só mais um grupo tentando estabelecer métricas para provar rentabilidade em ações não-convencionais de comunicação e marketing. Mas se você tem "gut feeling", vai sacar que é bem mais do que isso...
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Bons blogs sobre branding

A Fast Company desse mês de agosto está fervendo. Preciosidades: esses blogs que falam sobre branding, entre outras coisas:

BrandShift
WHO WRITES IT: Four branding gurus: Andy Lark, Johnnie Moore, Jennifer Rice, and John Winsor
WHY YOU SHOULD READ IT: While their individual blogs often wander off-topic, BrandShift's authors stick to their knitting at this site. There's a healthy debate on defining the concept of branding and an account of the dead-on brand experience of calling the receptionist ("You've got it, bro") at Patagonia's headquarters.

BrandNoise
WHO WRITES IT: Brand planners and researchers at scenarioDNA in New York
WHY YOU SHOULD READ IT: Mostly a roundup of stories on hip brands, scenario's blog collects insightful news without pitching its services. It offers surprising takes on current buzz concepts -- such as applying the notion of "brand hijacking" to the downtown New York music club CBGB, once country, now punk.

Naming and Branding Meta Blog, an aggregation of the three blogs Snark Hunting, Whisper, and Wordlab
WHO WRITES IT: The folks behind Igor, a San Francisco branding consultancy
WHY YOU SHOULD READ IT: Whisper offers good musings on strategy, but the best stuff comes from Snark Hunting. Its authors riff on Gap Inc.'s new Forth & Towne store concept for middle-aged women, noting that it uses an ampersand rather than risk the acronym FAT.
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Salsichas sabor morango e cerveja para crianças


Salsichas de peixe não vendem tanto. Foi a conclusão de uma fabricante de alimentos japonesa chamada Nissui, que colocou o sabor "strawberry milk" nas salsichinhas e relançou o produto. Parece que a molecada gostou: eles pré-testaram o produto em escolinhas.

do winkie.org



Mais loucurinhas da terra do sol nascente: "Nem as crianças conseguem suportar a vida sem bebida"... hehe, essa é foda, e é o slogan da Kidsbeer, uma bebida japonesa não-alcoólica para crianças. 75.000 garrafas de 330 ml por mês é o que esse fabricante anda empurrando nas gôndolas japonesas. O mais curioso: a bebida começou chamando-se Guaraná, até porque é baseada no guaraná brasileiro, a planta. Não emplacou. Depois que mudaram o posicionamento, usando esse tenebroso slogan, viram as vendas bombarem. Segundo o CEO do fabricante, "crianças copiam e imitam os adultos".

do japan times

!tangencialmente falando: quero uma estadia de 30 dias em Tóquio prá formar uma opinião sobre esses malucos. A Wired tem uma seção dedicada ao tema, "Japanese Schoolgirl Watch", que mensalmente traz coisas incríveis de lá, enfocando tecnologia e seu uso pela molecada. Claro, trata-se do único país do mundo que tem uma NTT DoCoMo, e um dos únicos com celulares Samsung munidos de câmeras de 7 Megapixels (a Coréia também tem, claro). A desse mês de agosto cobriu uma impressora de estampas para unhas artificiais. Hehe, você pode colocar um jpeg como padrão, e a impressora cospe unhinhas de plástico impressas com o seu jpeg.
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Primeira solução "single-chip" pra celulares foi anunciada hoje pela Texas Instruments

Isso deve bombar a produção de celulares ultra-baratos. Não precisaria nem mencionar que, para mercados emergentes como China, India e América Latina, isso pode significar um reforço brutal na estratégia "low-cost-pre-paid-oriented-handsets" dos fabricantes, baseada em volume (e não em value added services (VAS), como bem gostaria esse pobre consumista de gadgets que aqui se lamenta).

"As diferentes funções de um celular, que eram operadas por diversos chips, foram empacotadas em um chip só, permitindo reduções de até 30% nos custos de fabricação de telefones GSM e GPRS", disse o chairman da TI, Tom Engibous. Tudo foi desenvolvido pelo time indiano da empresa, que promete redução não só nos custos de produção dos aparelhos, proporcionada à cadeia de valor deles pela iniciativa, mas também em redução de energia necessária (baterias mais eficientes, menos nocivas), na "área de placa" e na "área de silício" (falando em termos de arquitetura do produto, do telefone em si). Estamos falando em custos menores com respectivo aumento na eficiência ambiental e energética do produto, portanto. Bacana.

A Nokia já tem seu time de R&D trabalhando em cima desse single-chip. Bem bacana.

!tangencialmente falando: o óbvio se mostra claramente; "eficiência energética" significa não só "economia em escala", permeando toda a cadeia de valor de um produto, mas também um "custo ambiental" mais baixo. Todo mundo ganha: o consumidor, o meio-ambiente, o fabricante e toda sua cadeia de valor. Só falta a FCC regulamentar a disseminação desse tipo de iniciativa, né não? Ingênuo, eu? ;-)

Veja artigo completo na Business Standard clicando no título do post.
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04 agosto 2005

Coming up next: wikibooks

Free the Curriculum! - Jimmy Wales, fundador da Wikipedia.

A segunda coisa que será gratuita trata-se de um curriculum completo (em todas as linguas), do jardim da infancia à universidade. Há muitos projetos em andamento, mas é claro que esse é um trabalho MUITO maior que a enciclopédia, e vai levar muito mais tempo para se desenvolver.

No longo prazo, vai ser cada vez mais difícil para as grandes editoras competirem com essas alternativas gratuitas de licenças autorais. Um projeto aberto, com dúzias de professores adaptando e refinando um livro sobre um determinado assunto, de forma colaborativa e compartilhada. Os publishers e editoras grandes terão grandes dificuldades de competir com esse tipo de iniciativa.

O ponto é: há uma grande quantidade de pessoas qualificada para escrever esses livros, e ferramentas estão sendo desenvolvidas para permitir a elas tais feitos.

!tangencialmente falando: essas ferramentas vão ser / são gratuitas. E esse conteúdo, de acordo com Wales, VAI ser gratuito. Não é que ele gostaria que fosse, ou que deveria ser. Será - o cara está afirmando que será. Free knowledge. Educação, do jardim da infância à Universidade, mundialmente aberta, colaborada e compartilhada, de graça. Imagina o que significa isso prá um país como o Brasil? Bem, sem dúvida esbarraremos em uma questão de competência. De operacionalizar a distribuição desse conhecimento apesar do Canyon Social, e da "exclusão digital" gerada a partir dele.

Ele fala ainda que prevê, com bases conservadoras, que esse curriculum estaria disponível a partir de 2040. Alguns comentários no blog do Lessig falam que a Wikimedia Foundation poderia ajudar na distribuição e no acúmulo de conteúdo de qualidade, mas que não seria "um só curriculum". Que poderiam ser vários, a partir da "localização", da adaptação para várias realidades locais distintas.

De qualquer modo, não me preocupa a futurologia - ela é inofensiva e até ingênua. Me entusiasma o conceito!
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Napster II tem aumento de receita, mas ainda perde muito

Fechadas as contas do 1o. quarter, o Napster II, esse Frankestein aleijado com DRM da Microsoft (que chaveia a distruibuição de conteúdo da forma mais estúpida já imaginada), perdeu US$ 19.9 MM "after-taxes" em cima de 21 MM em receitas.

Apesar de anunciarem vagos acordos de distribuição de música via celulares e MP3 Players, eles andam mal das pernas... enquanto isso, em Cupertino os acionistas fazem festa
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03 agosto 2005

Telcos se preparam pra IPTV

Um briga desgraçada se anuncia no cenário de distribuição de conteúdo digital.

Operadoras de Telecom versus Operadoras de TV a Cabo e Satélite... Quem vai investir mais? Quem tem a melhor tecnologia?

Enquanto os sistemas tradicionais de cabo separam uma fatia de banda para cada canal e então transmitem tudo de uma vez, a famigerada IPTV usa uma arquitetura chamada "switched video", onde somente o canal sendo "demandado" naquele dado momento é transmitido pela rede, liberando banda e consequentemente capacidade de transmissão para outras coisas e, principalmente, pra mais interatividade - ponto pras Telecoms aqui.

Tirando os achismos característicos deste que voz escreve, nos EUA a coisa já tá esquentando... A velha e boa infraestrutura IP, que permite que estejamos aqui lendo, vendo, ouvindo e celebrando, vai dar muito pano pra manga. Mal começou ainda, creio eu...

Matéria bacana da wirednews. Clique no título pra ler.
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